Eu, 1. Pronome Pessoal da 1ª pessoa; s.m. 2. A personalidade de quem fala.

Llu , 18, Rj, Técnica em Info Industrial (ETERJ), Cursinho Pré-Vestibular, Ciumenta, ...

IN Amigos, Famí­lia, Doces, Cinema, Teatro, Livros, Pop-Rock, Rock, Hip Hop, MPB, Internet, MSN, Desenho Animado, The Sims, Rosa e Preto


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O NÓ DO AMOR Numa reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos e pedia-lhes que se fizessem presentes o máximo de tempo possível... Considerava que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempo para se dedicar e entender as crianças. Mas a diretora ficou muito surpreendida quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo... Quando voltava do trabalho já era muito tarde e o garoto já não estava acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles. A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola. O fato faz-nos refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo. Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou desculpas vazias. É válido que nos preocupemos com as pessoas, mas é importante que elas saibam, que elas sintam isso. Para que haja a comunicação é preciso que as pessoas "ouçam" a Linguagem do nosso coração, pois, em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras. É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro. As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas SABEM registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó num lençol...

- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 09:24:15 PM
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A maior bronca que já levei!

Tínhamos uma aula de Fisiologia na Faculdade logo após a Semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu? Que nada. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei. Veja o que ele disse.
- "Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez", disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a  sala e o professor continuou.
- "Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós  professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no
 futuro;  apenas cinco se  tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma  significativa para  melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção  notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo sabendo ter investido nos  melhores. Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso.
 Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula".
Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em  todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as  aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto? Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a  diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos  5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só  o tempo dirá a que grupo pertencemos. Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente  sobraremos na turma do resto.
Você é 5% ou 95%?



- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 06:35:30 PM
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DESABAFO SOCIAL
O Jovem Além da escolaridade, mais acesso à saúde e a programas culturais, esportivos, semi profissionalizantes e educacionais serem prioridades indiscutíveis. Entretanto, não é o bastante. A rotina dos jovens não se esgota com a freqüência diária à escola e aos projetos, públicos ou privados, que os atendem. Cada um deles, mesmo os que já perderam vínculos familiares e endereços fixos, tem um espaço próprio de convivência e interação social.

É preciso ir aonde o jovem está! Conhecer seu mundo, decifrar seus enigmas e anseios, entender seus medos, perceber sua perplexidade diante do futuro incerto; é premente respeitar sua sensibilidade e ter conhecimento da volatilidade de suas sensações, desejos, metas, caminhos e opções. Os jovens estão dizendo tudo isto, todo o tempo, para os pais, os vizinhos, a sociedade, os amigos, a escola, o governo, os educadores e o Terceiro Setor. Sua mensagem é cifrada. Por isto, nem sempre a entendemos.

A voz da juventude expressa-se nas roupas, nos ritmos, nos gestos, nas cores e formas do grafite, nos códigos de cada "tribo". Será que sabemos ler este idioma perpetrado de símbolos? Ou será que transformamos a barreira lingüística em desculpa para a omissão? Quantos gritos de socorro ecoam na ginga do rap e do hip hop? Quantas emoções inerentes aos direitos humanos mais essenciais e presentes no Estatuto da Criança e do Adolescente são supridas pela adrenalina dos esportes radicais, dos rachas de automóveis, da inconseqüência do álcool e das drogas ilegais?

Responder perguntas como essas faz parte da responsabilidade do Estado e da sociedade. Para isto, contudo, é preciso traduzir integralmente as distintas linguagens por meio das quais a juventude tenta comunicar o conteúdo de seu mundo, de seu tempo. Abraçá-la não significa apenas acolhê-la nos espaços do universo escolar e dos programas de atendimento já existentes. É preciso ir aonde o jovem está! Seu envolvimento com a violência é crescente e ocorre indistintamente de classes sociais.

Resgatá-lo de um quotidiano de riscos e desventuras perigosas depende da convivência familiar, da escola, dos programas de atendimento aos carentes e da mobilização de toda a sociedade. É preciso compreender a essência, os signos e os reais problemas do jovem em seu dia-a-dia. Apenas no seu universo peculiar torna-se viável traduzir seus idiomas, decifrar suas estruturas de neurolingüística e construir uma ponte de confiança e afeto sobre o abismo dos significados.

É necessário que, nos programas de atendimento, os jovens percebam que alguém - a família, o Estado, a sociedade ou todos - fazem parte de seu mundo. Talvez seja este aspecto, por mais sutil que pareça, a maior virtude do projeto Oficina Escola de Artes e Ofícios, implantado em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, no qual menores, inclusive ex-infratores, encontram novo sentido para a vida, aprendendo um ofício, sentindo-se úteis, recebendo o reconhecimento da comunidade e tendo a oportunidade de trabalhar. Sedimentou-se um canal de interação.

Ao se quebrarem as barreiras, ficará mais nítido o quanto os jovens têm a dizer. E precisamos ouvi-los, pois a cada dia cresce o problema.


- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 08:20:08 PM
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Bom, eu tava tentando mudar o template do blog, mas acho q não ficou muito legal!!! Agora não posso continuar pois não estou em casa... Só vou poder continuar amanhã!!! Não liguem pro visual do blog... Vou consertar!!! Bjinhos!!!



- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 08:31:49 PM
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Reverência ao Destino
Carlos Drumond de Andrade

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer,
O quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer
diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for
preciso, e com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem para fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer adeus.
Principalmente quando nos sentimos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a
pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois.
Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas,
Ao invés de ter noção da vida dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.,
O quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer
diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for
preciso, e com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem para fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer adeus.
Principalmente quando nos sentimos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a
pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois.
Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas,
Ao invés de ter noção da vida dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.



- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 01:06:10 PM
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Parabéns para mim, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida!!!

Boa tarde!!! Bom, vcs não devem tá entendendo nada, né?! É que dia 13 foi meu niver e não deu p/ postar nada, por isso resolvi postar hj!!! Tb gostaria de dar os parabéns p/ Vic (meu neném) que fez niver dia 03, p/ Bruna que fez dia 10, pra Talissa que faz amanhã e p/ Dybowski q faz dia 19!!! Tô com saudades de todos vcs... Amo vcs!!! Vou postar uma mensagem de aniversário p/ todos vcs (e p/ mim tb!!!)... Aí vai:

No dia em que você nasceu, os anjos
  tristes por sua partida entoaram 
hinos harmoniosos e angelicais, era 
uma despedida entre irmãos.

Anjos de asas transparentes, 
anjos sorridentes, que juntos 
brincavam no céu.

A separação doía, não queriam ficar 
longe de você, anjo travesso e feliz !
 
Foi então que tiveram uma idéia;
A cada ano de vida terrestre, 
um desceria e ficaria ao seu lado, 

assim a cada ano um deles lhe faria 
companhia, aproveitando para 
matar a saudade.

A idéia foi aceita e festejada por 
todos, depois daquele dia você
  nunca ficou só.

A cada novo aniversário, um anjo
  desce e fica a seu lado. 

Sua proteção sempre foi muito 
grande, porque nada é mais forte 
que a pureza dos Anjos
o Amor dos Amigos.



Hoje é o seu aniversário...
 
Dia da troca da guarda e eu 
gostaria muito de ser um deles,
 para ficar ao seu lado, espalhando

 Luz
e Amor a seu redor.

Como não posso envio-lhe o meu
 Abraço, o meu carinho e minha
 prece para que o seu 
"Anjo da Guarda" 
seja tão iluminado quanto você.


PARABÉNS QUE DEUS LHE
 ACOMPANHE HOJE E SEMPRE.

 FELIZ ANIVERSÁRIO !



- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 06:33:02 PM
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AMIZADE!!!

"No jardim de infância sua idéia de um bom amigo era a pessoa que te deixava ficar com o lápis vermelho quando tudo o que havia
sobrado era o feio lápis preto.

Na primeira série, sua idéia de um bom amigo era a pessoa que ia com você ao banheiro e segurava a sua mão quando passavam por lugares que te davam medo.

Na segunda série, sua idéia de um bom amigo era a pessoa que te ajudava a enfrentar o fortão da escola.

Na terceira série, sua idéia de amigo era a pessoa que dividia o lanche com você quando você esquecia o seu.

Na quarta série, sua idéia de amigo era a pessoa que se dispunha a trocar de par com você pra que você não tivesse que ficar com aquela pessoa que você não gostava.

Na quinta série, sua idéia de um bom amigo era a pessoa que guardava um lugar pra você na sala ou no ônibus.

Na sexta série, sua idéia de um bom amigo era quem ia até a pessoa que você estava a fim e a chamava pra dançar com você, assim, se ela falasse não, você não ficaria sem graça.

Na sétima série, sua idéia de um bom amigo era a pessoa que deixava você copiar o dever.

Na oitava série, sua idéia de bom amigo era a pessoa que mudava os compromissos pra que você tivesse alguém pra sentar durante o almoço.

No primeiro ano, sua idéia de amigo era a pessoa que ia com você naquela festa do pessoal do terceiro, só pra você não ser o único calouro na festa.

No segundo ano, sua idéia de um bom amigo era a pessoa que te dava carona no novo carro, convencia seus pais que você não
deveria ficar de castigo, te consolava, quando você brigava com o seu namorado e te ajudava a achar um par para a formatura.

No terceiro ano, sua idéia de amigo era a pessoa que te ajudava a escolher que faculdade você iria fazer, te ajudava a entrar na tal
faculdade, te ajudava a lidar com seus pais, que não conseguiam se acostumar com a idéia de te deixar ir pra faculdade...

Na formatura, sua idéia de um bom amigo era a pessoa que estava em lágrimas por dentro, mas conseguia dar o maior sorriso pra te parabenizar.

No verão depois da formatura, sua idéia de um bom amigo era a pessoa que te ajudava a limpar a sujeira daquela festa, te ajudava a dar uma fugidinha de casa quando você não aguentava mais os seus pais, te assegurava que você e seu namorado(a) iam se entender,que você conseguiria enfrentar qualquer coisa, te ajudava a fazer as malas pra faculdade e silenciosamente te abraçava enquanto você olhava através de seus olhos cheios de lágrimas para 18 anos de memórias que você estava deixando pra trás, e finalmente, naqueles últimos dias de infância, te falava que você ia se sair tão bem na faculdade como havia se saido nesses últimos 18 anos e, mais importante ainda, te mandava pra faculdade sabendo que você era amado.

Agora, sua idéia de um bom amigo ainda é a pessoa que te dá a melhor de duas escolhas, segura a sua mão quando você está assustado, te ajuda a lutar contra aqueles que tentam se aproveitar de você, pensa em você em momentos que você não está presente, te lembra o que você tinha esquecido, te ajuda a colocar pra trás o passado, mas entende quando você precisa se segurar no passado um pouco mais, fica com você para que você tenha confiança, desfaz seus planos pra arranjar tempo pra você, te ajuda a consertar seus erros, te ajuda a lidar com a pressão dos outros, ri pra você quando você está triste, te ajuda a se tornar uma pessoa melhor e, acima de tudo, te ama!!!

Obrigado por ser meu amigo!

Não importa aonde a gente vá ou quem a gente se torne, não esqueça quem nos ajudou a chegar lá. Nunca é tempo ruim pra
pegar o telefone ou mandar uma mensagem dizendo aos seus amigos como você sente falta deles ou como você os ama."

"Somos todos anjos de uma asa só, precisamos nos abraçar para alçar vôo"
(Bob Marley)

AMIGO É PARA SEMPRE!!!
MESMO QUANDO NOS DISTANCIAMOS!!!

Essa mensagem é p/ todos os meus amigos, alguns que já ficaram no passado (mas q mesmo assim eu nunca esqueci!!!) e outros q são virão!!! Mas em especial p/ Thainá, Aline, Bruna, Talissa, Juliana, Diana, Glaucilene, Fabio, Vitor, Thiago, Fernando e o Victor (meu amor - pra sempre!)!!! Fiquem com os anjos e que os Deuses lhes protejam!!! Amo vcs!!!



- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 07:32:34 PM
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Esteriótipos femininos - Sociedade exigente

Só sei dizer que antigamente não era assim. Tem pessoas que acreditam que a cada dia que passa, vai piorando. Outras julgam isso melhor para nós mesmas, como eu, por exemplo. Estou falando da necessidade de adequação das mulheres em estereótipos para ser aceita na sociedade atual (e a não obrigatoriedade disso tão fortemente para o homem).

As mulheres sempre foram tratadas como sendo inferiores aos homens, porém conseguimos inverter esse quadro. Mas algo semelhante está acontecendo aos nossos olhos: a busca infinita pelo corpo perfeito, o papel de mãe pede mais atenção graças à profissional eficiente que o mercado exige, a esposa ideal está ganhando novos conceitos (liberdade principalmente, e não dependência), ou seja, a mulher moderna tem que ter 1001 utilidades.

O esforço maior que dedicamos às coisas é benéfico, pois somatizamos um pouco de tudo, sem restrições. Se temos que fazer muito bem feito e "ralar" para ganhar semelhante ao nosso colega masculino, só temos a ganhar com isso. Quem está crescendo somos nós, sempre aprendendo e nunca desistindo. Se temos que cancelar nosso happy-hour com o pessoal do trabalho porque o filho menor está com febre, é nossa obrigação fazê-lo. Se nosso marido pede para pegarmos uma "cervejinha" na geladeira porque não quer perder o gol na TV, que façamos, pois ganharemos um beijinho apaixonado de agradecimento.

Não sei até que ponto certas mulheres agüentam esse tipo de pressão da sociedade, pois sentem-se discriminadas e não lutam por seu espaço. Estas confundem submissão com gentilezas (no caso de relacionamentos) e abuso com delegação de responsabilidades (no caso de trabalho), não fazendo questão, portanto, de se "sobressaírem" de alguma forma.

A mulher que está bem consigo mesma tem uma alimentação saudável (porque se preocupa com seu bem-estar, e não só com a aparência física), mantém o casamento (ou qualquer relacionamento) estável, se dedica de corpo e alma ao trabalho e aos filhos e ainda consegue arranjar tempo para simplesmente "ser mulher": ir ao shopping sem ter hora para voltar, gastar o que quiser, fazer ginástica por puro prazer, sair com as velhas amigas de Sexta-feira, consegue organizar um churrasco num final de semana sem uma única interferência do marido, etc...

São coisas que nos fazem ficar bem. São atitudes simples, mas que conseguem completar o nosso dia, por mais mínimas que sejam...

Não temos que nos comparar aos homens, temos que aceitar que somos diferentes, só isso. Não temos que nos sentir inferiores à eles, e sim fazermos as coisas juntos.

Enfim..., não temos que correr atrás da felicidade, tentando achá-la. Temos que vivê-la, sentindo-a em cada gesto do dia a dia.

Olá pessoal............ Feliz Dia dos Namorados p/ todos!!!! Atrasado, mas tudo bem........... Bom, meu dia ontem foi maravilhoso..... Fui ao Shopping com o Vic, almoçamos juntos, ganhei um presente (Uma sandália da Dakota q eu tava querendo há mó tempão) e depois fomos ao Cinema e vimos Harry Poter - E o Prisioneiro de Askaban, na verdade nós queríamos ver CAZUZA, mas todas as seções estavam lotadas.......... Bom, mas foi ótimo mesmo assim!!!! Vic, te amo d+!



- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 10:52:42 AM
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Brasileira sim, e com orgulho!
Em pleno clima de guerra entre o Ocidente e o Oriente, muitas coisas sobre este lado do planeta estão sendo mais aprofundadas agora, inclusive abrindo um parêntese para refletirmos sobre o quanto nós, mulheres brasileiras, somos felizes se comparadas com as muçulmanas.

Reclamar é algo natural da mulher, mas fazemos isso constantemente, sem saber que do outro lado do mundo, existem mulheres que são proibidas até de trabalhar ou de simplesmente andarem nas ruas. Será que temos consciência do que significa isso? Será que aceitaríamos nos cobrir dos pés à cabeça, sob pena de chibata ou prisão? Será que somos patriotas o suficiente para enxergar que fazemos parte de um país que tem um dos maiores tesouros em suas mãos, que é a liberdade?

Creio que se eu pertencesse a um país que me desse uma "lista" de deveres e punições como a do Islã, por exemplo, preferia correr o risco de ser morta ou presa, tentando fugir. Isso me causaria uma revolta imensa, pois uma coisa que me irrita, e muito, é depender dos homens ou ser inferiorizada perante à eles. Nós, mulheres brasileiras, somos tão independentes e capazes de tantas coisas, que jamais aceitaríamos viver numa "prisão" como essas.

Uma coisa é sermos brasileiras, conhecermos os direitos e deveres do nosso país e nos colocarmos no lugar dessas mulheres muçulmanas, tentando imaginar como é a vida delas num país paupérrimo. Diferente se nascermos lá e desde pequenas formos acostumadas às normas deles, crescendo e aceitando os hábitos e punições.

Mas acredito que mesmo assim, devem existir mulheres que todos os dias tentam fazer alguma coisa para que esse quadro mude. O que acontece é que essas nunca têm chances de serem ouvidas e se desde pequenas não podem nem ir à escola, imagine dar palpites sobre isso...

O incrível é que as tentativas de fuga e os suicídios nesses países não são muito comuns, coisa que elas não podem nem "tentar" algo parecido, pois são vigiadas o tempo inteiro (Dica de filme: "Nunca sem minha filha". Conta exatamente isso: uma mulher americana que resolve ir com sua filha pequena ao Irã, visitar os parentes do marido, a pedido dele. O inesperado acontece: quando elas querem voltar para os EUA, o marido não quer mais, obrigando-as a morar lá junto com ele. O filme é ótimo, pois o desespero começa logo no começo, mostrando o sacrifício de uma mulher para sair do Irã).

Infelizmente as coisas são assim: só damos valor à algo quando perdemos ou quando comparamos à algo pior. Claro que nesse caso trata-se de algo abstrato que não se diz respeito à bens materiais, e sim ao patriotismo que devemos ter todos os dias de nossas vidas. Nós, mulheres brasileiras, somos livres, estudamos o que queremos, trabalhamos onde queremos, escolhemos nossos maridos, usamos mini saias em plena Avenida Paulista sem discriminações, viajamos sem autorização dos pais ou maridos, e em casos de divórcio, é difícil proibirem de ficarmos com nossos filhos, pois somos tratadas iguais aos homens. Além disso, somos referência mundial de beleza, moramos num país tropical com lugares esplêndidos e praias inigualáveis. O Brasil é rico. NÓS somos ricas, de corpo e alma. Pena que algumas pessoas só consigam enxergar o dinheiro como centro de tudo.


- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 04:25:56 PM
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Até quando???

Retirei esse texto de um post no blog Iraq, the model, escrito por três iraquianos.

Hoje é um dia especial, meu aniversário. Acordei cedo, tinha muita coisa para arrumar, era um dia bonito. Um que eu devia apreciar vendo as flores de abril, sair de casa, devia celebrar como cabe.

Aí ouvi as notícias: dezenas de pessoas mortas num ataque terrorista em Basra, muitas crianças entre as vítimas. Omar, meu irmão, ainda está em Basra, ficamos preocupados e não descansamos até que conseguimos ligar para um amigo lá para nos informar. Ainda não ouvimos notícias dele, mas isso é porque ele não tem telefone ou Internet na cidadezinha em que trabalha e sabemos que ele não vai ao centro quando essas coisas acontecem.

Essa é minha rotina diária nos últimos 35 anos; guerras, a morte sem sentido de gente inocente, pessoas armadas nos aterrorizando, parentes e amigos mortos ou desaparecidos, tiros próximos ou explosões nos acordando do sono, nossos risos e conversas se perdem no estrondo de caças no céu ou tanques na rua lembrando que estou acordado e onde moro. Parece que não me é permitido viver uma vida normal como a dos outros.

Acredito num futuro melhor mas agora estou zangado e vim escrever para me livrar de um pouco da frustração. Não agüento sozinho. Por que eu? Por que meu país? Tudo o que precisamos é de um momento de paz. É realmente do que preciso agora. Por que devo agüentar isso com os meus? Quando isso vai terminar e poderemos ter paz enfim?

A parte mais difícil é que eu preciso lutar mais, e vou, mas que Deus me dê forças. Por que eu deveria permanecer forte enquanto vejo os outros fugirem? Espanha, Honduras, Tailândia, organizações humanitárias, a ONU e todos os outros (e é direito deles, devo dizer) que querem evitar perigos?


É..., até quando isso vai acontecer???



- Postado por: ££µ Qµäð®ö§ às 04:28:48 PM
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